sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sobre Cannabis Sativa

“Por que uma erva natural não pode lhe prejudicar”

Se a afirmação acima encontrada na música 'Legalize Já' da banda Planet Hemp está correta, há muito o que discutir, porém uma coisa é certa, mal maior acontece em consequência da criminalização da maconha.
Sejamos sensatos e honestos, essa proibição é inútil. Qualquer pessoa tem acesso a esse produto que é comercializado em larga escala e vários pontos das cidades. Fácil conseguir. Fácil como ir à padaria comprar pão. Fácil como comprar cigarros e bebidas, e com um detalhe, ninguém pede documento de identidade, ou seja, qualquer menor de idade pode ter acesso.
Um comércio fora de controle, cujo o lucro beneficia somente a ilegalidade.

Não pode-se utilizar o incerto argumento de que o consumo dessa erva é prejudicial a saúde quando temos bebidas e cigarros à venda legal e livremente em cada esquina. O que fazer? Proibir esses produtos também? E dar à criminalidade mais uma fonte de renda? Óbvio que não.
Precisamos diminuir os recursos da violência, nunca aumentá-los. Legalizando o comércio da maconha, tira-se os usuários da marginalidade, restringe-se a venda apenas a maiores de 18 anos, segundo a lei, responsáveis por seus atos, 'quebra-se' o comércio ilegal, assegura-se a qualidade do produto e arrecada-se os impostos devidos sobre produção e comércio como todos os produtos do mercado.

Os argumentos contra a descriminalização da maconha chegam aos mais absurdos. Um destes é que após a legalização subirá o número de overdoses pelo consumo dessa erva.
Overdose de maconha?
Alguém pode me explicar como isso pode acontecer?
Esse argumento só mostra a falta de informação da bancada contra. Pessoas que apenas 'ouviram dizer' e jamais tiveram a decência de pesquisar sobre o assunto para formar uma opinião respeitável.

Nesse mundo consumista, algumas pessoas que sugerem que se um produto está a venda, ele tem que ser comprado, não importa o motivo ou necessidade. Portanto, se a maconha for vendida livremente, a população irá consumir em larga escala. E não é por aí. A maconha já é consumida em larga escala e a descriminalização dela não irá os valores de alguém de uma hora para a outra. Pensar que alguém irá consumir maconha simplesmente por que ela foi legalizada é duvidar da capacidade humana de raciocinar. É absurdo.

A maioria da bancada contra sequer sabe os efeitos da erva, tampouco diferenciá-la de outras substâncias atualmente ilícitas. Nunca pararam para refletir sobre a realidade desse problema e deixam-se levar apenas por dogmas familiares que não se sabe de onde vem e preceitos religiosos, mesmo que no Brasil o Estado e a religião sejam coisas distintas. Para tais pessoas tudo não passa de 'drogas'. Não sabem o que é, o que faz ou como tratar o assunto para garantir uma sociedade democrática, respeitosa e consciente.

Vamos tratar esse assunto de forma honesta, sensata, democrática, visando o melhor para toda sociedade e não para um grupo específico de pessoas.

Não basta ter um cérebro é preciso usá-lo.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sexta-feira, 03 de Setembro de 2010

Joguei minha mochila nas costas e me mandei...para o trabalho. Passei o dia com a cabeça entre papéis e expectativas.
Saí de lá e finalmente pus o pé na estrada.
Segui para a rodoviária de Jundiaí e de lá para São Paulo. Coisa rápida, em 45 minutos eu estava pisando pelo Terminal Tietê.



Na fila para comprar a passagem que me levaria a BH minha primeira boa ação. Um cara me disse que precisava de dinheiro para ir embora e porpôs que ele pagasse minha passagem com o cartão dele e eu o reembolsava em grana. Beleza, espero que tenha ajudado.
Depois de algum tempo sentado no chão esperando, o ônibus chegou. Joguei minha mochila no bagageiro e embarquei. Ao meu lado, a compania perfeita para uma viagem noturna, o cara não disse nem boa noite, simplesmente dormiu. Maravilha!
Fone tocando Bob Dylan, me rescostei na corfortabilíssima poltrona, mas logo vi entrar duas mulheres, uma moça de uns 25 anos(muito bonita, por sinal) e uma senhorinha com cara de gente perdida, que depois eu viria a saber ser a mãe da moça. Porém, apenas a senhorinha iria viajar. A moça usando do seu charme, pediu ao rapaz sentado ao lado da mãe dela que ficasse atento nas paradas para que a mãe dela não se perdesse. O cara um tanto quanto "educado" disse que seria um prazer.
Logo pensei "Vai dar merda".
O ônibus partiu e eu adormeci, claro, esses veículos parecem bercinhos.
Na primeira parada (só Deus sabe o nome da cidade) aproveitei pra tomar um café e dar uma esticada nos músculos(carcaça!). Quando voltei ao meu assento 'Cadê a senhorinha?'. Saiu. 'E o cara simpático e prestativo?'. Dormindo.
Que beleza!
Saí depressa para avisar o motorista antes que o busão partisse. Encontrei a senhorinha voltando, sozinha, com um prato de comida nas mãos. Ajudei a se acomodar de volta na poltrona para fazer sua refeição, que eu achei um tanto quanto pesada para aquela hora(2 da madruga). Resolvi pagar mais uma prestação da minha passagem para o céu e entre um cochilo e outro eu ficava de olho na tal senhorinha, até o fim da viagem.

Seis e meia da matina, a senhorinha segura com seus familiares que a aguardavam, eu saio da rodoviária e BH está um caos. Trânsito infernal.
Liguei para a Clarisse, uma amiga que reside em Betim(logo ali), e depois de aguardar na calçada por um tempo seguimos para a casa dela. No caminho, colocamos o papo em dia como de costume(monólogo dela).
Larguei a mochila na casa da Clarisse, tomei um chafé e fomos andar pela capital de Minas Gerais.
No centro de BH, mais um indivíduo juntou-se a nós. Bryan, o namorado da Clarisse. Seguimos para um parque que achei muito legal.
Parque das Mangabeiras

Parque das Mangabeiras, um espaço verde, calmo, coisa para fazer num domingo. Não demoramos para perceber que o lugar estava enfestado de quatis muito simpáticos que, iludidos da vida, pensavam que tínhamos comida para eles, tadinhos.
Num córrego nos deparamos com um coroa muito louca que se debatia na água, feliz da vida. Eu não podia ficar de fora, subimos pela margem até um lugar mais vazio e lá estava eu dentro d'água. Algo que eu adoro é estar na água.
Depois de um dia todo circulando por BH eu estava exausto. Curti muito o rolê e isso me tirou as energias(que convenhamos, não são muitas). Na casa da Clarisse capotei num sono profundo, no outro dia eu estaria num trem rumo a Vitória-ES.

Acordei cedo, joguei a mochila nas costas de novo e fui pra estação de trem, a Clarisse me acompanhou. O plano era embarcar rumo a Vitória-ES, chegaria lá só a noite. Um dia inteiro dentro de um trem. Porém, um imprevisto, não havia mais passagens para aquele dia. Fazer o que?
Voltar?
Jamais.
Da ferrovia para a rodoviária de BH.
Uma passagem para Guarapari, por favor.



Durante as quase dez horas que passei dentro do ônibus pude ver o quão belo é o interior de Minas Gerais, o quão calor faz por lá e o quão estúpido é o ser humano, pelo caminho avistei muitas queimadas, muitos animais maltratados. Fiquei surpreso quando me dei conta que estava no estado com a maior malha rodoviária do país, campeão em acidentes nas estradas e vi apenas um acidente durante todo o percurso. Fiquei feliz com essa.
Foi uma viagem tranquila, dormi um pouco, contemplei muito e pensei muito sobre minha própria vida. Essa é uma das vantagens de viajar sozinho, pensar em si mesmo e ser você mesmo.

Alguns fatos me chamaram a atenção durante o trajeto BH – Guarapari, o primeiro foi depois de uma parada para almoçar, quando já estávamos rodando de novo, um frentista saiu de um posto de gasolina gritando para o nosso motorista pedindo que ele parasse o ônibus. O motorista encostou e foi ver o que havia acontecido. Ficamos uns dez minutos parados quando veio a resposta para aquele alvoroço. Um passageiro ficou para traz na última parada e estava dentro de um carro vindo ao nosso encontro, um passageiro cego viajando sozinho que ninguém notou a ausência. Mancada!
Outro fato foi uma placa. Estávamos numa região um tanto desértica, muito espaço e pouca gente. Raramente se via uma casa. A placa era de uma pizzaria e dizia ter 'A melhor pizza da região'.

Depois de um pôr-do-Sol maravilhoso, admirado em movimento pela estrada, me dei conta que estava em Vitória. Adorei passar por aquela ponte e ver um barco ao longe, no canal.
Em Guarapari, já noite, cansado, tratei de ir direto para um hotel. Encontrei um barato que mais tarde soube ser especializado em receber trabalhadores de empresas contratadas para prestar serviços para a cidade. Bem que eu havia estranhado ficar num quarto com cinco camas. Mas estava ótimo. Banho quente e cama.

As seis da manhã eu estava em pé. Tomei café e saí para conhecer a região.
Andei, andei, andei.

O tempo nublado só fez com que eu me animasse ainda mais. Cheguei a um canal, fotografei a grande estátua na ilhazinha no centro e segui para a praia. Caminhei sobre as pedras a beira-mar, depois pela areia, resolvi conhecer a praia toda.
Cheguei a uma área de mata preservada, com trilhas e tal, caminhei por uma delas e, uns dez minutos depois, cheguei a uma praia pequena e maravilhosa. O povo lá não deve gostar muito de andar no meio do mato, pois a praia estava quase deserta. Me joguei, claro!

Passei o dia por lá, caminhando, fotografando e sentindo todo o lugar.
A fome bateu e voltei para a civilização e convívio social.
Deixei o hotel lá pelas 18h e, temendo que o feriado prolongado dificultasse minha volta, fui para o posto rodoviário de Guarapari. Comprei uma passagem para São Paulo e, enquanto aguardava, notei que duas mochileiras tentavam nervosamente conseguir informações num guichê. Pensei “Talvez eu possa ajudar, manjo um pouquinho de inglês e espanhol, até LIBRAS eu já estudei, vou lá.”, constatei que as duas, como boas alemãs, só falavam alemão, não entendi nada e não pude ajudar. Voltei pro meu lugar.
Já no ônibus, uma cena bacana: Olhando a paisagem pela janela, sentado na última poltrona, fones nos ouvidos, vejo nuvens carregadas se aproximando. No instante exato em as primeiras gotas de chuva apareceram no vidro, nos meu ouvidos tem início a música Unchained Melody, trilha sonora do filme “Ghost, do outro lado da vida”.
Pensamento: Que romântico, minha vida é um filme!

Sorrisão na cara e uma viagem tranquila, de volta pra casa.


Vitória-ES

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Beleza

Desculpe se eu acho sua beleza um tanto xoxinha,mas alguém que usa as palavras 'lindo' e 'perfeito' com muita facilidade nunca viu algo belo de verdade.

Beleza de verdade está na mudança de nota no tempo certo numa escala musical.
Beleza está naquela foto que ninguém percebeu que foi tirada.
Beleza é ver que seu cachorro pular em você todo molhado, pois te esperou na chuva um tempão.
Beleza está no céu e todas as suas constantes mudanças.
Beleza é rolar no chão.
Beleza é sono.
Beleza é encontro de águas.
Beleza é ação do vento.

...

A beleza está em toda parte deste mundo feio, você nunca vai percebê-la se continuar buscando a perfeição de histórinhas ilusórias.



"Era um dia daqueles, alguns minutos antes de nevar e havia eletricidade no ar. Quase dá pra ouvir,não dá?.
Esse saco tava dançando comigo. Como um garotinho me implorando pra brincar.
Durou 15 minutos. Foi nesse dia que eu percebi que havia vida por tras das coisas. E essa incrível força benevolente que queria que eu soubesse que não havia razão pra ter medo. Nunca.
O video é substituição inferior, eu sei. Mas me ajuda a me lembrar ... eu preciso lembrar.
As vezes eu sinto que há tanta beleza no mundo que eu não posso resistir. E meu coração ... ele vai desmoronar"


Rick Fitts - Beleza Americana

domingo, 16 de janeiro de 2011

Esperando mudanças.

Estou ansioso e feliz.



Apesar das coisas ruins que andam acontecendo, como meu descontentamento com algumas pessoas que trabalham comigo e a maneira infantil de agir vindo de onde eu menos esperava. Mas percebi que, em todos os casos, o problema não estava em mim. Isso pode soar prepotente, mas garanto que su bem rígido comigo mesmo no quesito franqueza. Não creio que alguém possa ser franco com o outro se não é consigo mesmo.

"O inferno são os outros." Titãs



Então, considerando esses fatos, me sinto bem agora. Espero conseguir alcançar meus objetivos que são a causa da minha ansiosidade e, dessa forma, aumentar ainda mais a felicidade já existente por saber o quão bom posso tornar o futuro.
Claro que não estou sozinho nessa. Meus pensamentos estendem-se a algumas das pessoas mais importantes para mim. Com quem eu realmente me sinto bem. Com quem posso falar com toda sinceridade a frase "eu amo você".
Ao que parece, a mudança que eu tanto ansiava acontecer chegou. Os próximos meses serão muito importante na minha vida. Espero acolher para dentro de mim toda alegria, todo amor que eu possa aguentar. Com certeza não é pouco.


O melhor de tudo isso é esse pequeno sorriso que não consigo tirar do canto da boca. Não me lembro da última vez em que estive assim.
Não faço a menor ideia de como tudo irá acontecer, mas dá pra enxergar a bondade que existe nisso.
Estou pronto. Isso é fato. Pronto para mudanças, pronto para receber o mundo, pronto pra viver essa nova fase.
Fico procurando palavras com as quais eu posso expressar quando penso sobre essas mudanças, mas poucas se encaixam, o resto são sensações.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Auto defesa



Sabe aquelas cenas que você bate o olho e diz: "Isso vai dar merda!"?
Quando você vê que não vai dar certo, tá muito na cara...
As vezes vale a pena fazer mesmo assim, só pelo prazer de fazer. Só pela experiência.
Outras vezes o melhor é interromper tudo e fazer de outro jeito.

O que fazer com alguém que não entende isso?
A situação apresenta-se clara na frente da minha cara. Tudo pode estar bem agora, mas, pode contar, daqui a 6 meses tudo estará diferente. Não estou especulando nem adivinhando o futuro, é pura experiência. E quando os fatos caírem no seu colo, vão lhe fazer repensar o que realmente quer.
Vai repensar sobre quem está do seu lado. Se corresponde ao que você planeja pra sua vida, a curto e a longo prazo. Vai repensar sua satisfação pessoal. Vai repensar se quer permanecer.
Será tão natural que não levará muito tempo para estar de volta ao recomeço.
Vai criar seus motivos. Vai evitar falar francamente demais, para que o egoísmo não possa lhe rotular.
E no final, enquanto mais um cachorro passa por sua casa vagando sozinho, você estará sorrindo em compania das pessoas que mais lhe amam.

Mas tudo isso é errado?
Claro que não. Como diz a música Lick it up da banda Kiss, "It ain't a crime to be good to yourself".

Porém, o que será que acontece do outro lado?
Mais uma vez na rua, mais uma vez constatando o que as cicatrizes não lhe deixam esquecer. Culpando-se por sua prórpia estupidez por tentar não ver os fatos mais nítidos de sua vida. Tentar passar por cima da própria experiência.
Do outro lado resta apenas uma sombra no chão.

Claro que, como tudo na vida, essas coisas vão passar. Os caminhos continuam lá e nunca paramos de trilhá-los. E, como disse no começo desse texto, as vezes vale a pena passar por tudo isso. Mas a questão é: Eu quero passar por isso?



Estou tentando pensar...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Conversa no msn



Ingrid diz:
Estudando muito?
T14g0 G0nç4lv35 diz:
não....estou só aqui pensando
Ingrid diz:
Está olhando pro desenho? hehe
T14g0 G0nç4lv35 diz:
apesar de estar aqui do lado, eu não estava olhando pra ele....
não estava olhando pra nada.........
só pensando mesmo
Ingrid diz:
Tem vezes que ficamos desligados mesmo...pensando na vida e tudo mais.
T14g0 G0nç4lv35 diz:
é
to pensando no que fazer da minha vida
Ingrid diz:
Deixa que o destino decida por você...
T14g0 G0nç4lv35 diz:
não
isso não
eu quero ser responsável por isso
nada de destino decidir
quero fazer coisas
quero fazer as coisas acontecerem
coisas bacanas
Ingrid diz:
Muitas vezes o destino dá uma mãozinha tbm...rs
Mas é isso aí; tem que ser responsável pela própria vida.
T14g0 G0nç4lv35 diz:
sim, não quero chegar aos 60 anos culpando o mundo pela vida de merda que me deu, quero me orgulhar de tanta coisa boa que fiz, de tantas histórias que terei pra contar
Ingrid diz:
Legal esse pensamento...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Egoísmo

"...sinto muito se não fui feito um sonho seu..."
Amores Imperfeitos - Skank




O ser humano é mesmo muito egoísta.
Alguém já direcionou essas palavras a mim. Por eu prezar certos valores e não abrir mão de mim mesmo.
Claro que num ambiente com mais de uma pessoa cada um deve ceder um pouco de si para tudo correr bem. Mas isso tem um limite. E eu não posso simplesmente me moldar ao gosto de outro, e nem quero que outro faça isso por mim. Sinceramente, quero que me questionem e quero questionar, quero que me mostrem outros pontos de vista e parem pra ver o meu. Quero gostar de alguém como é realmente e, também desse modo, quero que gostem mim. Mas de mim, mesmo. Eu.
Não quero que concordem comigo em tudo, nem que me façam todas as vontades. Concordem apenas se realmente sentir que estou certo. Fui criado muito independente, sou assim desde cedo, então, que me deixem fazer coisas por mim. Isso não significa que sou distante, apenas que tenho meu espaço e respeito o seu.
Não mostrem-me apenas o que é lindo, porque eu sei que o mundo não é cor de rosa e eu não sou bonito e especial como um floco de neve. Não tentem tapar meus olhos para as coisas 'down' da vida, pois isso parece falso e ilusório.
Há pessoas que não entendem isso, chegam a dizer que eu só falo tais coisas por que me convém, por ser a minha verdade.
Ora, nesse momento em que me acusa, e se recusa tentar ver sob meu ponto de vista, estás apoiado apenas em suas verdades. Quem é o egoísta aqui?
Se tudo o que eu falo não importa para alguém, simplesmente concorda, sinal que não faz diferença. Então, não falo mais.
E, na real, eu não vou voltar ao passado para alguém me ouvir.

"Quando as pessoas pensam que você está morrendo, ela realmente prestam atenção em você, ao invés de somente esperarem a vez delas de falar."
Tyler Durden